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Dinâmicas de Trabalho na Hipnoterapia

1. Falando em Hipnoterapia

A hipnoterapia segue um modelo terapêutico breve. Foco é crucial para o sucesso. Objetivos são definidos desde o primeiro momento entre o hipnoterapeuta e o hipnotizado. Uma vez que esta base é definida, o processo deve ser acompanhado entre cada sessão e após o término das sessões. Cada encontro entre o profissional e o cliente deve ser utilizado para aprimorar os resultados obtidos, esclarecer e redefinir os objetivos pré-determinados, ou, até mesmo abrir mão de alguns itens propostos inicialmente.

2. A Estratégia Terapêutica

Cada modelo e profissional possui seu método de trabalho e sua própria lógica estratégica de uso com a hipnose. Alguns trabalham com uma única estratégia durante todo o ciclo terapêutico, enquanto outros são mais versáteis e mudam a estratégia de acordo com a realidade, perspectiva, objetivo e problema de cada indivíduo.

Cada profissional opta por utilizar o método mais adequado aos seus princípios, visto que a gama de opções e abordagens hipnoterápicas é vasta.

3. Dinâmicas entre Hipnoterapeuta e Hipnotizado

A hipnoterapia utiliza por padrão, criteriosamente e, primariamente a hipnose para promover os excelentes resultados terapêuticos obtidos em sua prática, usando a flexibilidade e versatilidade herdadas das condições e plasticidades universais humanas, tanto na sua aplicação cognitiva, quanto comportamental, física e intelectual. Abaixo vemos algumas variáveis que ajudam a definir dinâmicas de funcionamento na hipnoterapia e suas respectivas utilidades.

4. Dinâmicas de Aplicação

1

Terapêutica: A mais comum. Ritualística por natureza, tende a ter o sucesso de sua aplicação atribuído à procedimentos bem definidos. Início, meio e fim são reconhecíveis facilmente e possui natureza estritamente terapêutica.

2

Conversacional: Foca-se em reproduzir efeitos e fenômenos hipnóticos casualmente, através de uma conversa. Produz bons efeitos terapêuticos. Sua atuação pode levar várias formas. Sendo o diálogo e locução as mais praticadas.

3

Terapêutica Conversacional: União das dinâmicas anteriores. Busca dinamizar a aplicação terapêutica da hipnose voltando-se à necessidade única de cada indivíduo hipnotizado. Amplamente utilizada na Psicoterapia Sem Falhas.

 
4.1. Tipos de Transe

Pressupondo que o funcionamento da hipnose requer transe(s) específico(s), podemos distingui-los em duas categorias básicas:

1

Naturalístico: Este tipo de transe possui como base a espontaneidade. Ocorre diariamente, mecânica e deliberada ou espontânea e condicionalmente. A fundo, a própria consciência, o estado de vigília, por si só, é um transe. Exemplos comuns de transe naturalísticos são: dirigir, falar, ler, escrever e amarrar os sapatos. Pra maioria das pessoas, estas atividades tendem a ser praticadas com competência e excelência, sem análise ou julgamento operacionais. Ambas características de natureza hipnótica.

2

Ritualístico: Pressupõe a necessidade de preparo e habilidade. Interpretação proveniente de apresentações (hipnose de palco) e boatos. Terapeuticamente, o cenário tende a ser o mesmo: o foco do hipnotizador é obter o melhor resultado do hipnotizado. Já para o hipnotizado, o foco é reproduzir e vivenciar com seus aparatos mentais e físicos, fenômenos hipnóticos possivelmente mais genuínos. Convencionalmente, o perfil de sugestibilidade do hipnotizado ajuda a definir este transe.

Na tabela abaixo podemos ver como as Dinâmicas Hipnóticas e os Tipos de Transe associam-se na hipnoterapia.

Tabela 1. Dinâmicas Hipnóticas, Tipos de Transe e Técnicas Hipnóticas aplicadas

  Conversacional Terapêutica Terapêutica Conversacional
Ritualístico? Não Sim Sim
Naturalístico? Sim Sim Sim
Direto ou Indireto? Indireto Ambos Ambos

 

4.2. Posicionamento Físico

Tabela 2. Dinâmicas Hipnóticas e Posicionamento Físico

  Conversacional Terapêutico Terapêutico Conversacional
Em pé Sim Sim Sim
Sentado Sim Sim Sim
Deitado Não Sim Sim

 

4.3. Condições Físicas do Hipnotizado

Tabela 3. Dinâmicas Hipnóticas e Condições Físicas

  Conversacional Terapêutico Terapêutico Conversacional
Parado ou Em Movimento Ambos Ambos Ambos
Olhos Abertos ou Fechados? Ambos Ambos Ambos
Contato Físico Facultativo Facultativo Facultativo
 

 

4.4. Pontos Físicos de Contato

Tabela 4. Pontos físicos de toque durante a dinâmica hipnótica juntamente com sua frequência de uso, utilidade inerente e eficácia terapêutica

  Frequência Utilidade Inerente Eficácia Terapêutica
Pés Rara Alta Média-Alta
Mãos Alta Média Média-Alta
Braços Baixa Baixa Média-Baixa
Cotovelo Baixa Baixa Média
Testa Alta Alta Média-Alta
Joelho Média-Baixa Baixa Média

 

Observação: Além das Dinâmicas de Aplicação, dos Tipos de Transe e das demais informações apresentadas acima, tanto a hipnose, como a hipnoterapia, em sua aplicação podem tomar formas verbais e não-verbais. No caso verbal, uma conversa pode seguir uma linha lógica de raciocínio altamente intelectualizado; favorável a pessoas que possuem o hábito de discursar sobre um mesmo assunto por momentos mais longos. No caso não-verbal, olhares, gestos e até mesmo batimentos cardíacos e respiratórios tornam-se elementos usados para transmitir emoções, que são por si só recursos naturalísticos de indução e aprofundamento ao transe hipnótico.

5. Dinâmicas Hipnóticas, Resultados em Potencial e os Efeitos da Hipnose

No que concerne à eficácia e resultados, a busca do Dinamismo Hipnótico pode ser qualificado como Dinamismo Físico, Dinamismo Intelectual, Dinamismo Sinergético (ou físico-intelectual).

Comumente, algumas Abordagens Hipnoterápicas tem como base única de funcionamento a busca do dinamismo físico em primeiro lugar, e a co-relação e co-dependência do dinamismo intelectual para o mensuramento de resultados em sessão nos procedimentos hipnóticos. O dinamismo sinergético é a união dos dois dinamismos, porém, não há co-dependência nos resultados obtidos pelas duas dinâmicas em funcionamento.

5.1. Efeitos Terapêuticos da Hipnose

Podemos dizer que a melhor abordagem é a que é a melhor pro hipnotizado. Nem mesmo o dinamismo físico, ou dinamismo intelectual podem ser tidos como objeto de medição para resultados terapêuticos, mas sim, aprimorados, coordenados e amplificados de acordo com a necessidade de cada objetivo e resultado buscado pelo terapeuta.

Uma pessoa hipnotizada pode ter como objetivo melhores condições que requerem um dinamismo físico mais acentuado: nadar melhor, correr mais rapidamente, porém, nem sempre as respostas físicas durante o transe hipnótico em consultório, no que concerne fenômenos hipnóticos (levitação do braço, relaxamento, estimulação, etc.) serão os meios adequados de antecipar estes resultados. Tão pouco possíveis falhas empregadas no momento pós-hipnoterápico à curto, médio ou longo prazo.

Exemplo: Hipnotizado quer correr mais rapidamente em seus exercícios e busca a hipnose para auxiliá-lo. Responde bem a um relaxamento progressivo e reações ideomotoras nas primeiras 3 sessões que fez, mas não obteve resultado algum nos exercícios. Medicamente não há nada de errado com o indivíduo. Significa que ele não responde bem à hipnose? Não. Neste caso devem ser buscadas novas variáveis de atuação na hipnoterapia. A exploração de estratégias distintas durante o transe hipnótico sempre mostram-se úteis neste caso. O hipnoterapeuta aqui, deverá buscar sair da zona de conforto, tirando o próprio hipnotizado da mesma situação. E esta pode ser uma das atividades mais excitantes e difíceis para um hipnoterapeuta.

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