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Como funciona a hipnoterapia?

Como funciona a hipnoterapia?

A hipnoterapia, utilizando a hipnose (saiba mais em: como funciona a hipnose) como um canal de comunicação com a mente não-consciente (conhecida também como subconsciente ou inconsciente) atua na solução de problemas e no aprimoramento de condições e da personalidade.

Tudo é passível a melhoria e solução na hipnoterapia.

O papel da mente não-consciente na hipnoterapia e na sua vida

Na hipnoterapia usamos sua mente não-consciente para alterar a estrutura dos seus comportamentos, pensamentos, reações, personalidade, crenças, emoções e objetivos da forma que você escolher e preferir. A marca registrada da hipnoterapia é foco: foco no seu resultado, no que você deseja.

Sua mente não-consciente é responsável por gerar sensações, emoções, por manter seus batimentos cardíacos e sua respiração em um determinado ritmo, responsável também por manter seu coração batendo, além de te pôr pra dormir na hora certa, sem que você faça muito esforço, e, por fazer com que todos os seus sentidos funcionem corretamente.

Uma forma interessante de analisar o papel da mente não-consciente é analisar primeiramente o papel da mente consciente: a de observar, escolher e racionalizar.

Como você escolheu ler este texto agora, poderíamos facilmente atribuir esta função à sua mente consciente. Que também analisa: 2 + 2 = 5. Correto? E racionaliza: se estou lendo este texto na tela do computador, meus olhos só podem estar fechados; só posso estar imaginando este texto.

Pode ter sido incômodo. Mas o parágrafo acima é um bom exemplo para constatar como sua mente consciente é clara e obviamente responsável por algumas funções diárias básicas. Agora, provavelmente não tão clara e obviamente para você, seria esta mesma mente consciente dependente das cóleras emocionais não-conscientes em sua totalidade. Certamente, um indivíduo, uma reação, dois indivídous duas reações. Porém, irrevogavelmente, erros tão gritantes geram incômodo na maioria das pessoas.

Etapas do Processo

1. (2 + 2 = 5) = 2. Errado = 3. Incômodo

Tradução Literal do Processo

1. Consciente -> 2. Definição Consciente Armazenada -> 3. Resposta Não-Consciente

E é justamente a sensação de incômodo que foi gerada pela sua mente não-consciente. Sua mente consciente só pôde observar as sensações do incômodo, ou qualquer outra sensação gerada pelo seu não-consciente. Sua mente não-consciente é craque em cuidar da maior parte das suas atividades. Ou você acha que é responsável por, conscientemente, enviar sangue e oxigênio pro seu cérebro enquanto respira? Sim, são reações fisiológicas, mas nem sempre mantém o mesmo ritmo ou funcionamento, e seu subconsciente é inteiramente responsável por gerir estas funções da melhor forma possível; seja o comportamento destas reações estáveis ou instáveis.

Na hipnoterapia, usando a hipnose como ora uma ferramenta de gestão subconsciente, e reações (sendo possível até impedir que um incômodo seja gerado por erros tão gritantes) e ora um caminho potencializador, temos grande facilidade de alterar seus comportamentos, pensamentos, reações, personalidade, definições armazenadas e, por consequência, suas emoções.

Hipnoterapia: a força do não-consciente na transformação terapêutica

Que hipnose é algo poderoso muitos já sabem. Ou acham. Ou acreditam (ou querem acreditar). Visto que a hipnose de palco bem demonstra o que é possível ser feito com o uso do estado hipnótico. Mas é bom lembrar: demonstrações aberrativas aplicam-se apenas ao palco, não ao ambiente clínico e terapêutico. O potencial aberrativo do palco deve ser ponderado como um poço de curiosidades sobre como nossa mente é capaz de transformar-nos sob estímulos tão simples, porém, ainda, tão poderosos.

Este mesmo poder circense da hipnose no palco pode ser comparado ao poder da hipnose na terapia, sem nenhuma exceção e também sem nenhuma comparação. Terapia nunca deixará de ser terapia e hipnoterapia não é diferente. Além de ter sido a primeira psicoterapia do mundo, é reconhecidamente, a melhor. Contudo, tratando-se de hipnose, fala-se primeiro da terapia e da habilidade de mudar sob comando, sob demanda própria, depois a brincadeira e o divertimento, tornando-se estas simples variações do potencial humano de propagar mudanças, de satisfazer suas vontades criativas e artísticas; mas nada no consultório, nada. Brincadeira, tem lugar e hora, e seu lugar está bem reservado no palco.

Toda transformação pessoal, terapêutica ou não, tem como objetivo a mudança não-consciente, espontânea e intrínseca ao ser, não-forçosa e natural. A hipnoterapia é a metodologia terapêutica que oferece o canal hipnótico, utilizador e potencializador máximo das faculdades não-conscientes, como modalidade terapêutica mãe de todas as outras terapias; pois estas visam mudar o incontrolável, o não-consciente causador, fora de domínio. Se toda terapia busca dar domínio do incontrolável ao indivíduo, todas são em suas variações, formas de hipnose; maximizador. potencializador, ou aqui ainda, minimizador do poder não-consciente.

Porém, resultados no palco são obtidos com uma facilidade gritante e quase duvidosa. Já no ambiente terapêutico, a mesma facilidade pode ser reproduzida, contudo, com os devidos cuidados e estudos de pré e pós aplicação hipnótica, ainda que sejam estes resultados em ambos os contextos (palco e consultório) completamente distintos. Conclui-se que todo comportamento deve ser gerenciado, se possível reforçado, remodelado, aprimorado e devidamente amadurecido, também, através da terapêutica hipnótica, jamais sendo abandonado mesmo após mais de 1 procedimento, como um investimento qualquer, de palco, instantâneo, momentâneo, tão pouco tratado de modo leviano, a deixar os hipnotizados perdidos, como seres que não sabem por onde seguir.

Hipnoterapia, comparada à hipnose de palco ou à forma comum de hipnose ? não terapeuticamente focada, aqui entendida como neutra, a busca pelo estado por si só, como início, meio e fim ? pode ser vista como um procedimento onde a repetição, reforço e gestão do transe são essenciais para que o sucesso seja obtido e reproduzido com sucesso, inerente à todo processo terapêutico e à qualquer mudança interpessoal que requeira maturidade.

Transe profundo ou profundidade terapêutica?

Ao contrário do que se pensa comumente, a hipnoterapia eficaz não requer, nem muito menos foca no transe profundo para que bons resultados terapêuticos sejam obtidos.

Várias pessoas que já foram hipnotizadas dizem que lembraram de tudo, ouviram a voz do hipnotizador, não perderam a consciência, não saíram do corpo durante o transe hipnótico, não reviveram vidas passadas, nem lembraram de um trauma de infância, não imitaram animais, não comeram cebola achando que era maçã e que sentiram estar sob o controle de tudo. Certas pessoas, de fato, dizem que não viveram um transe de forma alguma. Se você é uma destas, saiba: este é o transe hipnótico. Especialmente quando falamos em hipnoterapia, todos os fenômenos hipnóticos acima são facultativos quando buscamos resultados terapêuticos.

O foco hipnoterápico, é sempre outro: a profundidade terapêutica. As mudanças tem de ser profundas, estáveis e serem capazes de amadurecerem, de se estabilizarem, de fazer parte da vida do indivíduo hipnotizado.

Sugestão: como ver a hipnoterapia daqui pra frente

Após ter lido este texto, seria extremamente interessante ver a hipnoterapia como uma possibilidade de transformação ou de aceleração do seu processo terapêutico atual.

Outra recomendação é começar a entender que hipnose é algo natural, um fenômeno já inerente ao homem. Tenha também em mente que sessões de hipnose são prazerosas, ou por promover um bom relaxamento, ou por promover estímulos agradáveis, ambos focados no único propóstio de promover sua transformação pessoal.

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